I've got a war in my mind

{ Amélia Houston, twenty three years. Demigod daughter of Apolo and graduated... Oh! And mother. }

ollymistery:


Tentou fugir seu olhar do dele, não o mantendo fixo no rapaz por muito tempo. A teimosia de Amélia não a deixava simplesmente dizer que concordava com ele e acreditava naquilo que o outro dizia, ela sabia que era incapaz de tal feito, porém precisava deixa-lo saber disso, pois se tinha algo que aprendeu com a solidão que passou antes de ter Sun, era que nenhum problema do passado valia a pena ser discutido ou trago a tona. “Eu entendo…. É serio.” falou com uma voz baixa e controlada, torcendo para aquele segundo acabar logo. Admitir algo assim não era de Amy, mas ela sempre fez coisas que não costumava fazer na presença de Oliver. Desde adolescentes no acampamento… Voltou de seus pensamentos ao escutar a ligação do celular alheio, levantando em seguida uma sobrancelha escondendo a curiosidade do que seria tão importante. Esperou Mccall voltar, escutando o que ele tinha para falar e balançando a cabeça. “Deixa para lá. Ally realmente deve estar precisando de você agora, não é? Você pode atende-la, e quem sabe se quiser ir também. Tanto faz.” talvez o ciúmes tivesse falado mais alto do que a própria consciência da semideusa. Achou que estava se precipitando, então resolveu dar a ré na ideia incial, ignorando qualquer sentimento de culpa apenas na hora, depois sabia que soferia com isso. “Além do mais você está com medo…” completou logo depois, cruzando os braços e abaixando a cabeça momentaneamente. “Preciso pagar meu chá, já volto.” seguiu em caminho ao caixa do estabelecimento, arrependendo-se de ter falado aquilo para Oliver. Seu orgulho não deixou que ela falasse a ele sobre sua filha e agora não a deixava deixar o rapaz conhece-la… A confusão na mente de Amy estava presente, e a sensação era estranha pois a muito tempo, a muitos anos, não sentiu aquilo novamente desde que perdera seu ex-quase-namorado quando mais nova. Parou no meio do caminho para virar sua cabeça em direção a Oliver. “Sun não costuma não gostar de alguém, se você der um sorriso a ela e for sincero, vai gostar de você. E pra mim você sempre foi bom o suficiente, aposto que para ela também seria, sabe. Só um comentário.” disse antes de começar a caminhar novamente.

Ele a conhecia, quer dizer, achava que ainda conhecia depois desses anos que passaram. Ainda continuava a observá-la e percebendo que não mudou só fisicamente e sim com o comportamento. Acreditava que se fosse no passado já teria discutido inúmeras vezes. Agradecia por não ser assim agora, não estava com muita paciência para começar uma briga. Não com tanta coisa pendente para fazer/falar. Não conseguia se conter e acabou rindo um pouco com aquela frase sobre sua parceira. Oliver achava engraçado e amava o modo como a garota agia quando estava com ciúmes, pelo menos isso não tinha mudado. - Acho que Ally conseguiria resolver sozinha o problema dela. Não sou nada dela, exceção de ser parceiro, para resolver todos os problemas inúteis. Prefiro ficar aqui e bem conversar sobre o que está presta a acontecer. - Suspirou e assentiu, abaixando a cabeça. Realmente estava com medo, mas também estava cansado de não fazer as coisas que deveria por causa desse sentimento indesejado. - Olha, eu estou com medo, não vou negar de jeito nenhum. Mas não vou sair daqui com arrependimento de que nem tentei. Prefiro levar um tapa daquela garotinha do que deixar de falar pelo menos um oi. É minha filha e pretendo conhecê-la, e torço para que você me ajude nisso, se for possível. - Respirou fundo com aquela pequena declaração que tinha falado e apenas observou em silêncio Amélia indo pagar o chá. No entanto, quando escutou aquele comentário, seu coração começou a acelerar. Como se tivesse enchido de uma felicidade verdadeira e provavelmente duradora. - Pretendo descobrir isso então. Irei te esperar aqui para que possamos ir juntos. 

A menção novamente da parceira de Oliver, fez Amélia mexer-se incomodada com o fato de que ele viveu ao lado de outra pessoa, o pensamento disso fez Amy sentir-se um pouco trocada, porém nada falaria sobre isso. “É? Está bem então.” comentou com a cara fechada, notando o rapaz um pouco mais risonho, estreitou os olhos. “O que é tão engraçado assim?” tomou coragem para perguntar. Fazia uma ideia de que fosse seu ciúmes, Oliver sempre achou engraçado aquilo por mais que Amélia não visse graça. Mas ela nunca se importou com aquilo, na verdade quando ambos namoraram por um tempo, aprendeu a acostumar-se e sem falar que o rapaz fazia tudo parecer bem menos pesado do que realmente era… Não respondeu de imediato a ele, apenas continuou a seguir seu caminho, admirando a coragem e determinação dele, só então notou como havia sentido falta daquilo, dele, daquela sensação. Retirou a carteira da bolsa, pagando a conta e em alguns minutos pôde voltar ao lado do filho de Poseidon, com uma expressão séria porém havia simpatia nela também. “Certo, não vou deixa-lo sair com esse arrependimento.” falou ao perceber que tinha mudado de ideia tão rápido quanto um flash. Novamente, notou o efeito de Oliver sob si cair mais uma vez, parecia que não importasse quantos anos passassem, ela continuaria sendo a mesma com ele. “Ahn… Ok. Acho que podemos ir lá falar com ela agora, pronto? Não é preocupe, eu estarei aqui se precisar de alguma ajuda ou sei lá… Perguntar algo.” assentiu começando a sentir o nervosismo percorrer suas veias, tirando seu foco constantemente por causa de seu déficit de atenção. Uma faísca de esperança brotou em Amy ao ouvi-lo… Teria ele dito mesmo a verdade sobre aquilo? Suspirou fundo e indicou com a cabeça para ele acompanha-la até a saída, onde encontravam-se os brinquedos e sua filha. A filha de ambos.

July 25th via - 24 notes

Tentou fugir seu olhar do dele, não o mantendo fixo no rapaz por muito tempo. A teimosia de Amélia não a deixava simplesmente dizer que concordava com ele e acreditava naquilo que o outro dizia, ela sabia que era incapaz de tal feito, porém precisava deixa-lo saber disso, pois se tinha algo que aprendeu com a solidão que passou antes de ter Sun, era que nenhum problema do passado valia a pena ser discutido ou trago a tona. “Eu entendo…. É serio.” falou com uma voz baixa e controlada, torcendo para aquele segundo acabar logo. Admitir algo assim não era de Amy, mas ela sempre fez coisas que não costumava fazer na presença de Oliver. Desde adolescentes no acampamento… Voltou de seus pensamentos ao escutar a ligação do celular alheio, levantando em seguida uma sobrancelha escondendo a curiosidade do que seria tão importante. Esperou Mccall voltar, escutando o que ele tinha para falar e balançando a cabeça. “Deixa para lá. Ally realmente deve estar precisando de você agora, não é? Você pode atende-la, e quem sabe se quiser ir também. Tanto faz.” talvez o ciúmes tivesse falado mais alto do que a própria consciência da semideusa. Achou que estava se precipitando, então resolveu dar a ré na ideia incial, ignorando qualquer sentimento de culpa apenas na hora, depois sabia que soferia com isso. “Além do mais você está com medo…” completou logo depois, cruzando os braços e abaixando a cabeça momentaneamente. “Preciso pagar meu chá, já volto.” seguiu em caminho ao caixa do estabelecimento, arrependendo-se de ter falado aquilo para Oliver. Seu orgulho não deixou que ela falasse a ele sobre sua filha e agora não a deixava deixar o rapaz conhece-la… A confusão na mente de Amy estava presente, e a sensação era estranha pois a muito tempo, a muitos anos, não sentiu aquilo novamente desde que perdera seu ex-quase-namorado quando mais nova. Parou no meio do caminho para virar sua cabeça em direção a Oliver. “Sun não costuma não gostar de alguém, se você der um sorriso a ela e for sincero, vai gostar de você. E pra mim você sempre foi bom o suficiente, aposto que para ela também seria, sabe. Só um comentário.” disse antes de começar a caminhar novamente.

July 25th via - 24 notes

Abaixou a cabeça imediatamente com o comentário da garota. Não iria discutir porque sabia o quanto ela estava certa. Apenas concordava silenciosamente. Queria mudar isso, mas sabia que não seria fácil. Passou a mão no cabelo e respirou fundo. Não queria contar agora, principalmente em um lugar público pois não desejava brigar e fazer uma gritaria. Mas sua consciência estava pensando, então necessitava se livrar logo. - Eu… Tinha recebido uma proposta de emprego. No FBI. Você deve achar estranho isso e que estou inventando, mas é a verdade. Minha mãe foi uma bióloga que trabalhava para o governo e também minha tia era uma agente antes dela sofrer um acidente, e ter que sair. Então, fui chamado. Não podia contar à ninguém, principalmente para alguém tão importante para mim como você. Me desculpa, mas era necessário. - Respirou fundo por ter contando a maioria da história do que aconteceu. Oliver ainda estava surpreso demais para falar qualquer coisa ou até mesmo agir. Ele apenas conseguia ficar fitando aquela garotinha lá fora que tanto parecia com ele. Então, um sorriso começou aparecer em seu rosto. Ele estava completamente feliz. Sempre sonhou em ser pai, principalmente se a mãe fosse Amélia. E depois do que houve com seu primeiro filho, o pequeno Noah, ele mal esperava poder sentir outra vez aquela felicidade e agora estava acontecendo de novo. - Ela é minha. Minha garotinha. - As palavras escaparam sem querer de sua boca e ele não conseguia evitar o quanto estava bobo e feliz com aquela revelação.

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Amélia percebeu como Oliver estava apreensivo com tudo aquilo que ele parecia querer contar a ela, por um certo momento conseguiu sentir empatia pelo o que o rapaz sentia afinal a alguns minutos atrás Amy estava na mesma situação quando decidiu que ele precisava saber assim que possível sobre a gravidez, a filha, tudo. Quando ele começara a falar, Amélia não pôde deixar de pensar em como fora deixado de lado pelo trabalho dele, porém conseguia compreender porque era uma ótima oferta da qual seria um total erro desperdiçar. Esperou Oliver terminar de falar, para apenas assentir devagar e baixar o olhar para o chão, o que falaria? Sentiu-se muito só quando ele fora embora, principalmente porque não sabia por onde ele andava, muito menos achou que estivesse vivo. Seus olhos marejaram um pouco com a lembrança do passado. “Tudo bem.” foi a única coisa que Amélia conseguiu dizer, limpando rapidamente seus olhos. “Entendo você, eu acho, cada um com seus segredos, não é mesmo?” mexeu-se inquieta, não queria brigar porque sabia que não teria sentido pois certamente em parte Oliver tinha razão, pois entendia seus motivos. “É, tudo bem.” assentiu mais uma vez, suspirando e controlando-se. A frase ‘principalmente para alguém tão importante para mim como você’ ecoou pela mente de Amélia mas ela espantou e ignorou os pensamentos e o coração batendo mais rápido ao ouvir algo daquele tipo. “Você…” começou a frase porém não sabia se deveria ou queria termina-la. “Quer conhece-la?”

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July 24th via - 24 notes

Tudo pode ser simples se você tentar descomplicar. - Quando a frase simplesmente saiu, Oliver se arrependeu por dizê-la já que estava agindo como um hipócrita por ter deixado as coisas complicadas e nem ter tentando desfazer isso. No entanto, ele tinha voltado para fazer isso e não descansaria até fazer acontecer. Mais uma vez revirou os olhos. Odiava um modo como ela não entendia, mas concordava uma parte com ela. Não tinha contado o verdadeiro motivo para ela antes, porém, planejava contar o mais rápido possível. - Nós vamos conversar sobre isso depois. Preciso te falar sobre uma coisa do passado. - Assustou-se quando foi puxado para um canto, já ia perguntar sobre o que isso significava quando foi interrompido por aquela notícia inesperada. Ele não conseguia acreditar que a filha de Amélia era também sua. Apenas não conseguia acreditar naquelas palavras. Olly tinha certeza se ela tivesse engravidado, teria contado a ele imediatamente. Colocou as mãos no bolso e afastou-se um pouco, rindo baixo e abaixando a cabeça. - Ok, isso é uma brincadeira? Ela não pode ser minha. Você teria me contando na hora, teria? Apenas… - Seu olhar foi desviado para garotinha que brincava lá fora. Oliver olhou para o seu rosto e parecia um pouco com o seu. Depois encarou Amy com os olhos um pouco arregalados - Você está falando realmente sério?

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Arqueou uma sobrancelha ao ouvir a frase do rapaz, estranhando o fato de que ele estava dando um conselho do qual não seguiu alguns anos atrás, Amy quis ignorar o comentário que faria a seguir, porém sua garganta queria gritar. “Você deveria seguir esse conselho também.” disse calmamente, o olhando descrente ainda mas tentando ignorar aquela sensação estranha dentro do peito em falar com ele novamente depois de tanto tempo. “Que coisa do passado? O que quer me contar?” perguntou claramente curiosa, Amélia já imaginou mil e uma possibilidades do que ele falaria para ela, e desta vez não comentou nenhuma delas apenas guardou para si esperando a resposta do outro. Tentando ser otimista.. Só que isso nunca fora uma qualidade da moça, o pessimismo se ressaltava bem mais. Novamente, Amy pensou em como Oliver tinha mudado pouco desde a última vez que i vira por ali, segurou um riso, apenas mordendo de novo o lábio inferior, reprimindo qualquer sorriso que viesse a sua face naquele segundo. “Não! Já disse que não brincaria sobre algo assim, Oliver!” disse perdendo a paciência, passando a mão na testa em busca de se acalmar com ele, respirando fundo. O fitou enquanto o mesmo olhava para garotinha nos brinquedos, mudando então seu olhar totalmente para a filha, dessa vez não reprimindo o sorriso. “Não contei porque você já estava muito longe, e… Estávamos brigados sabe, apaguei seu contato do celular, tudo mais… Isso é claro, foi muito antes deu ficar sabendo que a teria.” voltou a atenção nele, o sorriso sumindo pouco a pouco, tomando uma expressão mais triste no rosto. “Ela tem seus olhos. E sim, eu estou falando sério, Oliver Mccall, nunca falei mais sério em toda a minha vida…”

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July 24th via - 24 notes

Por que não conta para ele? Pode ser a maior notícia na vida dele ou não. Acho que deveria arriscar. Ele vai amar, bem, eu amaria se fosse eu. Mas acho que não é - Coçou a nuca e respirou fundo. Não se arrependia de ter ido, mas sim por não ter contado o verdadeiro motivo para sua inesperada viagem. Quando não sentia mais sua pela em contado, colocou rapidamente sua mão dentro do bolso e desviou o olhar para qualquer canto que não fosse o rosto de Amy. Sentia a vergonha crescer dentro de si depois daquele ato.  - Isso é bom, eu acho. É, eu sei. E pretendo realmente conversar sobre o assunto, se você quiser. Espera, não fugi como na última vez. Apenas precisava ir embora. Apenas isso! No entanto, não irei fugir e nem nada quando conversamos. Só fale

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“Porque é complicado, ok? Não é tão simples assim, Oliver…” disse por cima da fala dele porém calou-se ao ouvir que ele amaria se fosse dele. E agora? Amy estava num beco sem saída, precisava contar porém toda aquela coragem que ela possuía alguns anos atrás havia sumido, desaparecido assim que vira o filho de Poseidon na cafeteria. “Certo, veremos.” manteve os olhos nele por mais que os dele não estivessem focando nela. “É claro, precisava ir embora…” rolou os olhos. “Tanta faz agora, você já foi e já voltou, então discutir sobre isso é inútil.” talvez a Amy de antigamente não recusaria uma boa discussão para ver quem está certo entre eles dois, porém nos dias de hoje já não fazia mais sentindo. “Tudo ok então, vem cá.” num ato de coragem, pegou Oliver pelo braço, sutilmente o puxando para longe do resto das pessoas dali, até um lugar mais calmo. “Já que me disse que amaria ter um filho, então pronto, sonho realizado, olha só! Sun é sua.” disse sem rodeios, em voz baixa. Olhou para o lado e apontou para criança loira que brincava animadamente nos brinquedos. “Aquela menininha ali, é sua filha, Mccall.” completou, voltando sua atenção para Oliver. “Eu só… Eu só soube quando você já tinha ido embora, poucas semanas depois de você viajar e sumir, fiz o teste e… Deu positivo.” mordeu o lábio de ansiedade para saber a reação dele. Como sempre, Amélia era pessimista e impaciente, esperava a pior reação possível de Oliver mas resolveu acreditar na palavra dele de que não fugiria.

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July 23rd via - 24 notes

Você sempre sabe escolher bem as coisas. E o pai dela? Escolheu o segundo ou ela não tem? - Oliver não fazia a menor ideia o porquê de estar fazendo tantas perguntas. Apenas no fundo queria saber mais ainda do que aconteceu com ela nesses últimos anos. - Então o que é? Realmente estou curioso para saber. - Quando ela levantou, no impulso agiu do mesmo jeito, mas também segurou na mão dela. - Não! Por favor, vamos começar. Precisamos e muito na verdade. Ou você está ocupada demais?

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“Nem tudo.” comentou em voz baixa. “O pai nem sabe da existência dela, como poderia escolher um segundo nome? Então não, é só Sun mesmo.” assentiu, enquanto cruzava os braços novamente, pronta para ir embora porém tendo que responder as várias perguntas que Oliver  a fazia. “Você..-” sua fala fora interrompida pela mão dele segurando a dela. Amy num impulso repentino a retirou de forma rápida, se arrependendo de fazer tal logo depois. O encarou por alguns segundos, sem saber o qeu responder agora depois daquele gesto. “N-Não estou ocupada.” falou por fim. Ajeitou sua bolsa no ombro, um pouco desconfortável porque não sabia como dizer algo daquilo para Oliver. “Só temos um assunto apenas para conversar, na verdade, e acho que provavelmente você vai fugir que nem fez da última vez, quando souber…”

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July 23rd via - 24 notes

Com a demora da resposta, Olly começou a batucar os dedos na mesa já que fazia isso toda vez que ficava nervoso/inquietante com algo importante. Revirou os olhos com aquele tom e respirou fundo. Ainda ficava um pouco quieto em relação a momentos maternos devido a morte de sua mãe. - Claro que ouvi. Posso não ter uma, mas ser o significado completamente. - Estranhou a atitude da garota quando observou-a sentando em sua frente. - Eu não sei. Não sei de mais nada em relação a você há uns 3 anos exatamente. Então… O nome dela é Sun? Belo nome. O que você quer dizer com isso? Você engravidou de outro cara? É isso?

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Sentiu certa empatia na fala do rapaz, afinal ela mesma não tinha tido uma mãe presente, muito menos sabia o que era isso, porém nada falou, apenas assentiu contra sua vontade para ele, mantendo a expressão fria como já estava acostumada. Desviou o olhar do dele, encarando a mesa em que ambos estavam. “Claro, claro…” respondeu meio distraída. “Sim, o nome dela é Sun. Valeu, fui eu quem escolhi.” falou o que era óbvio, depois subiu seu olhar até o dele, percebendo que a lentidão dele não havia mudado. “Não, não é isso.” disse sem explicar mais nada. “Quer saber? Eu…” Amy levantou-se da mesa rapidamente. “Acho melhor eu ir, talvez… talvez seja melhor assim.” falo arrependendo-se de quase ter contado a ele sobre a origem de sua filha.

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July 23rd via - 24 notes

Poderia passar horas a encarando, mas isso seria antigamente quando as coisas eram menos complicadas. - Hum, está ótima sim. Como sempre esteve. - Antes que pudesse respondê-la, Oliver desviou sua atenção para uma moça que estava vindo na direção deles, mas sua atenção foi maior na garotinha que estava no braço da mulher. Assim que percebeu que aquela criança era filha de Amy e ela sua mãe, ficou sem palavras para dizer. Estava completamente chocado com aquela revelação. Aquilo poderia ser impossível. Deve ser só uma pegadinha de bem-vindo de volta. Pensou o rapaz tentando encontrar um jeito daquela explicação. Então, resolveu perguntar de qualquer jeito. - Mãe? Como assim mãe? Desde quando você é mãe? Ok, isso é uma brincadeira. Só pode ser uma mesmo

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Tentar esconder a felicidade de ver Oliver novamente a sua frente estava funcionando, ao menos ao ver de Amy. Estreitou os olhos coma confusão dele, esperava que entendesse de primeira, porém não parecia ser o caso. A loira apenas suspirou, ajeitando Sun em seu colo e pedindo para a babá leva-la novamente ao parquinho da cafeteria, e fora o que a mulher fizera, então Amy pode-se virar para Oliver mais uma vez…. Ele não tinha mudado muito. “É, mãe, nunca ouviu a palavra mãe na vida, não?” sentou-se na cadeira em frete a dele. “Não é uma brincadeira, porque acha que eu brincaria com algo tão sério assim? Sou mãe desde que você foi embora, Sun tem dois anos de idade, faça as contas, Mccall…” deixou a frase morrer.

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July 23rd via - 24 notes

Poderia passar horas a encarando, mas isso seria antigamente quando as coisas eram menos complicadas. - Hum, está ótima sim. Como sempre esteve. - Antes que pudesse respondê-la, Oliver desviou sua atenção para uma moça que estava vindo na direção deles, mas sua atenção foi maior na garotinha que estava no braço da mulher. Assim que percebeu que aquela criança era filha de Amy e ela sua mãe, ficou sem palavras para dizer. Estava completamente chocado com aquela revelação. Aquilo poderia ser impossível. Deve ser só uma pegadinha de bem-vindo de volta. Pensou o rapaz tentando encontrar um jeito daquela explicação. Então, resolveu perguntar de qualquer jeito. - Mãe? Como assim mãe? Desde quando você é mãe? Ok, isso é uma brincadeira. Só pode ser uma mesmo

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Tentar esconder a felicidade de ver Oliver novamente a sua frente estava funcionando, ao menos ao ver de Amy. Estreitou os olhos coma confusão dele, esperava que entendesse de primeira, porém não parecia ser o caso. A loira apenas suspirou, ajeitando Sun em seu colo e pedindo para a babá leva-la novamente ao parquinho da cafeteria, e fora o que a mulher fizera, então Amy pode-se virar para Oliver mais uma vez…. Ele não tinha mudado muito. “É, mãe, nunca ouviu a palavra mãe na vida, não?” sentou-se na cadeira em frete a dele. “Não é uma brincadeira, porque acha que eu brincaria com algo tão sério assim? Sou mãe desde que você foi embora, Sun tem dois anos de idade, faça as contas, Mccall…” deixou a frase morrer.

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July 23rd via - 24 notes

Quando realmente reconheceu a possível voz o corpo de Oliver travou totalmente. Ainda não estava completamente pronto para encará-la pessoalmente e principalmente também encarar as consequências daquele dia que marcou sua história. Mas, por outro lado, precisava fazer alguma coisa. E agradecia por ser em um lugar público. Assim sentia um pouco protegido de ser provavelmente morto. Então, largou a xícara em cima e a encarou, respirando fundo em seguida. - Estou totalmente uma deliciosa xícara de chocolate quente. E você?

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Amy sustentou o olhar sob o moreno, esperando a reação dele a sua fala, achava que o mesmo sairia correndo ou talvez a deixasse falando, após tantos anos… Cruzou os braços em frente ao corpo, revirando os olhos ao escutar a resposta dele para sua pergunta. “Espero que esteja ótima então.” usou seu tom sarcástico. Ponderou se deveria responder corretamente a pergunta feita por ele, decidiu por fim que não. “Aproveitando a folga do trabalho.” no mesmo instante que falara, a babá viera em direção a Amy, entregando-lhe Sun nos braços, da qual a moça pegara a criança a segurando firmemente. “E sendo mãe.”

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July 23rd via - 24 notes






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